
A mítica banda portuguesa liderada por Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta, vai marcar presença no Optimus Alive 2010 para deleite dos seus (muitos) fãs. O concerto terá lugar no dia 9, a mesma data em que irão decorrer os espectáculos de Deftones, Skunk Anansie, Jet e Manic Street Preachers, que vão tomar de assalto o mesmo palco no segundo dia do festival.
Os bracarenses prometem algumas surpresas naquela que será uma das primeiras oportunidades para a celebração em grande de 25 anos de carreira e sucesso. No Palco Optimus, os artistas lusos vão interpretar temas bem conhecidos do seu espólio, entre os quais Gin Tonic, Gnoma, O Seu Cadáver e Vamos Fugir, ou os incontornáveis êxitos Cão da Morte, E Se Depois, Bófia, Chabala e Oub’ Lá.
No segundo dia do Optimus Alive!10, o grupo nacional irá já apresentar algumas das novas músicas, incluídas no seu mais recente álbum, Pesadelo em Peluche, lançado no passado mês de Abril, nomeadamente Novelos de Paixão e Como um Vampiro. E tal como seria de esperar, também não vão estar ausentes faixas de trabalhos discográficos como Mão Morta (1988), Corações Felpudos (1990), O.D. Rainha do Rock & Crawl (1991) ou Mutantes S.21 (1992). Naturalmente, também não ficam de fora temas que fizeram sucesso e continuam a tocar nas rádios, retirados dos discos Müller no Hotel Hessischer Hof (1997), Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável (2000) ou os incontornáveis Primavera em Destroços (2001) e Nus (2004).
O grupo bracarense, que no ano passado se tornou a primeira banda portuguesa a deter uma aplicação própria para iPod Touch e iPhone, que permite a remistura dos seus temas musicais, continua a dar cartas no mundo da música. Depois desta aposta inédita no multimédia em solo luso, surgiu o novo álbum, inspirado no livro The Atrocity Exhibition (A Feira das Atrocidades), do escritor britânico J. G. Ballard.
O último disco de originais provou o valor dos Mão Morta, e foi tão bem recebido pela crítica e admiradoras, que chegou ao terceiro lugar no Top de Vendas nacional, um feito que a banda alcançou pela primeira vez na sua história. Por isso, será de esperar um concerto em grande, onde “originais” Adolfo Luxúria Canibal (vocalista), Miguel Pedro (baterista), António Rafael (teclas), Sapo (guitarrista), Vasco Vaz (guitarrista) e Joana Longobardi (baixista), não deverão deixar os seus créditos por mãos alheias.


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