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	<title>Optimus Alive 2012 &#187; Optimus Alive 2010</title>
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	<description>Optimus Alive 2012 o festival de Oeiras no Passeio Marítimo de Alges, informações, preços e bandas de cartaz no Alive.</description>
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		<title>Alive!10 com encerramento digno de registo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 19:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Optimus Alive 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sequência de um primeiro e segundo dias de elevadíssimo nível, o fechar do certame de Oeiras afigurava-se como uma oportunidade de excelência para demonstrado o valor do mesmo, implícito na expressão “um dos maiores festivais de música e arte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2175" title="pearljam2010" src="http://optimusalive.net/wp-content/uploads/2010/12/pearljam2010.jpg" alt="" width="594" height="392" />Na sequência de um primeiro e segundo dias de elevadíssimo nível, o fechar do certame de Oeiras afigurava-se como uma oportunidade de excelência para demonstrado o valor do mesmo, implícito na expressão “um dos maiores festivais de música e arte da Europa”. A frase é da própria organização, mas não contestada exteriormente, sendo reconhecido que embora o <strong>Optimus Alive </strong>tenha apenas quatro edições, é um dos eventos artísticos mais respeitados do Velho Continente.</p>
<p>A abertura das hostilidades musicais do terceiro e último dia do festival do <strong>Passeio Marítimo de Algés</strong> esteve a cargo da tímida e contida actuação de Girls, uma das performances mais fracas desde o início do festival. Apesar de possuírem alguns temas com uma certa força na versão discográfica, a apresentação dos mesmos ao vivo ficou muito aquém do esperado, não se tendo verificado quase interacção alguma com o público, mormente com os fãs, que aguardavam por algo bem melhor.</p>
<p>Passados alguns minutos das 18h00, o Palco Super Bock acolheu os conimbricenses Slowriders, cuja presença foi deveras sentida e bem gerida, com uma sintonia assinalável com os espectadores. A capacidade de surpreender a assistência foi um dos aspectos que merecem maior destaque para o colectivo luso, cujas músicas, ainda que desconhecidas para a maioria do público, não impediram a singularidade de um concerto muito positivo e a repetir.</p>
<p>O seguimento das interpretações musicais coube aos Gomez, que se deslocaram a Portugal com o mais recente álbum, “A New Tide”. Lançado no ano passado, foi deste trabalho que emanaram os temas ouvidos em Oeiras, não tendo faltado o reviver das melodias mais bem sucedidas de uma carreira que vai já em mais de uma década.</p>
<p>Um pouco mais distante do local onde estavam maioritariamente centradas as atenções, o palco principal, onde actuariam os <strong>Pearl Jam</strong>, os suecos Miike Snow já tocavam os temas do seu primeiro álbum na zona alternativa. As faixas do disco com título homónimo foram apresentadas perante uma boa plateia, que ouvia pela primeira vez algumas destas músicas, pelo menos a julgar pelas expressões faciais do público, que depois de estranhar as melodias, entrou no ritmo a 100 por cento e sem preconceitos, criando um agradável ambiente. Os <em>singles </em>“Blurial” e “Animal” foram os mais aplaudidos pela assistência, totalmente rendida no final da actuação.</p>
<p>Alguns momentos depois, o inconfundível <em>punk </em>céltico dos Dropkick Murphys invadiu o espaço Optimus e conquistou amplamente a audiência, que após três músicas começava a gesticular abertamente ao som das harmonias dos artistas norte-americanos. A irreverência e estilo muito particular do colectivo de Massachusetts não deixou ninguém indiferente, com a sonoridade única de o misto flauta, banjo e gaita-de-foles a garantir a conquista de todos quantos assistiam a uma performance tão peculiar como característica dos autores de “Shipping Up To Boston”.<em></em></p>
<p>Os sons fortes das guitarras dos The Big Pink entoavam por esta altura no espaço circundante ao Palco Super Bock, onde o duo britânico fazia questão de brindar de forma especial os seus fãs, que desde o início da actuação cantavam os temas em coro, sobretudo ao longo de “Velvet” e “Dominos”. É certo que os espectadores aficionados dos ingleses não estavam em maioria, mas os que marcaram presença não hesitaram em fazer-se notar.</p>
<p>De volta a solo luso estiveram os Gogol Bordello, depois de há três anos terem surpreendido positivamente em Paredes de Coura. Neste regresso à nação que viu nascer Camões, os nova-iorquinos voltaram a dar mostras de uma qualidade invejável, com destaque para a relação criada com o público, que foi especialmente forte em “My Companjera”. Para a história fica precisamente esta interacção com os espectadores, não alienando a boa música dos norte-americanos.</p>
<p>Peches era a senhora que se seguia no alinhamento e uma das artistas mais esperadas da noite. A canadiana tomou de assalto o palco, demonstrando toda a sua excentricidade perante um público que ansiava por concerto único, facto que se veio a confirmar. No decurso da interpretação de “Take You On” e “Billionaire” os espectadores já estavam ao rubro, e mais ficaram quando a nativa de Toronto andou literalmente sobre os fãs, caminhando em cima das mãos dos aficionados, que se predispuseram a colocá-las no ar para que a peripécia fosse realizada com sucesso. Fica este momento para recordar, mas também toda a sua performance, que confirmou a pertença da canadiana a um mundo completamente à parte da maioria dos músicos da sua geração.</p>
<p>Para a grande maioria da assistência tinha finalmente terminado a espera. Estava na altura de um dos grupos mais aguardados do festival actuar. Foi então que os Pearl Jam começaram o seu concerto, num dia em que o Optimus Alive! esgotou por completo, muito por culpa destes músicos de Seattle. A presença dos norte-americanos ficou marcada pelo anúncio de que o colectivo liderado por Eddie Vedder iria fazer uma pausa por tempo indeterminado, o que acabou por resfriar um pouco os ânimos que se iam acalorando. Porém, a vontade de ver e ouvir os míticos Pearl Jam era mais forte, e nem esta novidade menos boa retraiu os aficionados, que atingiu o clímax em “Yellow Ledbetter” e “The End, The Fixer”, cantados com Boom Gaspar vestido à Mundial, com a camisola oficial da selecção portuguesa. Também Mike McCready deu nas vistas com os seus toques de mestria na sua guitarra de sempre, acompanhado pela irrepreensível espectacularidade de Jeff Ament (baixo), Matt Cameron (bateria) e Stone Gossard (guitarra base). O balanço da actuação não podia ter sido mais extremo e afirmativo, com um final apoteótico de se lhe tirar o chapéu.</p>
<p>No espaço alternativo, Simian Mobile Disco e Crookers entretinham a assistência, mas estavam longe de convencer. Independentemente de possuírem músicas mais ou menos conhecidas, as duas bandas não conseguiam cativar o público, embora com performances que sobressaíram pela lucidez e constância, mas sem a chama que é tão necessária no género de festivais em que o Optimus Alive! se enquadra desde a primeira edição.</p>
<p>O ritmo da boa música continuava em força no Passeio Marítimo de Algés, onde os aclamados LCD Soundsystem dominaram as emoções que pairavam no ar e emanavam directamente das enérgicas faixas tocadas pelo grupo liderado por James Murphy. As distintivas batidas dos nova-iorquinos bateram no seu máximo em “Daft Punk is Playing at My House”, a melhor e mais cativante das interpretações no decorrer da sua longa mas fascinante performance.</p>
<p>No certame de Oeiras esteve ainda Boys Noize, um alemão que teve a responsabilidade de encerrar o Palco Super Bock com música electrónica de qualidade invulgar. Desde o reviver do passado a algumas melodias mais contemporâneas, Alexander Ridha, nome verdadeiro do artista germânico, deu espectáculo e foi mesmo uma das boas surpresas da noite, com uma escolha arrojada de temas que se tornaram a mais-valia de uma actuação que fica na memória.</p>
<p>Ao longo dos três dias do Alive!10, mais de 112 mil pessoas assistiram às mais de quatro dezenas de actuações dos artistas participantes, que se dividiram pelos palcos Optimus, Super Bock e Optimus Clubbing. O derradeiro dia contou com uma verdadeira enchente, tendo-se verificado lotação esgotada (45 mil), com os ingressos esgotados duas semanas antes de o certame ter principiado. No dia 8, cerca de 40 mil marcaram presença no evento, número que desceu ligeiramente para os 37 mil na data subsequente. A grandeza dos números levou a organização a confirmar oficialmente o Optimus Alive!11, que vai acontecer entre 7 e 9 de Julho, permanecendo o Passeio Marítimo de Algés como o local de eleição.</p>
<p>Com um vasto e heterogéneo leque de bandas e um sucesso consolidado após quatro edições, o Optimus Alive! já se tornou um dos mais respeitados festivais da Europa, sendo considerado como um dos três maiores em Portugal. Desde 2007, mais de 420 mil espectadores tiveram a oportunidade de assistir aos concertos de mais de duas centenas de artistas, representantes dos inúmeros géneros musicais, colocando assim a fasquia de expectativa anual cada vez mais elevada, mas até agora superada com uma assinalável distinção.</p>
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		<title>Dia 9 estabeleceu exigências no máximo</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 21:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Optimus Alive 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sequência de um dia inaugural com grande afluência de público (38 mil os espectadores), as previsões para a continuação do festival de música e arte de Oeiras era elevada. Apesar de terem assistido menos cinco mil pessoas aos diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência de um dia inaugural com grande afluência de público (38 mil os espectadores), as previsões para a continuação do festival de música e arte de Oeiras era elevada. Apesar de terem assistido menos cinco mil pessoas aos diversos concertos, o ambiente ficou longe de perder, bem pelo contrário, já que havia espaço para respirar nos recintos, dado que o elevado calor exigia uma constante visita às concorridas zonas de “abastecimento” de bebidas.</p>
<p>Perante os olhos e ouvidos de alguns dos músicos que já haviam tocado ou estavam a fazer tempo para subir ao palco, os Hurts foram os primeiros que começaram a captar as atenções do público com os seus ritmos <em>disco slow</em>. A presença do duo de Manchester conquistou parte da audiência, mas não arrancou elogios de maior, embora a música “Illuminated” e “Better Than Love” tenha levado a alguns sorrisos discretos.</p>
<p>A continuação do espectáculo ficou a cargo dos nova-iorquinos Holy Ghost!, mestres na arte de envolver a assistência, também cativada no Optimus Alive!10, muito por culpa da utilização única do som misto do saxofone, corneta e teclas. A miscigenação de instrumentos foi de tal forma singular, que mesmo aqueles que não conheciam o estilo do duo norte-americano não terão ficado indiferentes, especialmente depois de interpretado o tema que foi “<em>Single</em> of the Week” na loja iTunes, o invulgar e ritmado “<em>Hold On</em>”.</p>
<p>Algumas horas após a abertura do recinto, o palco principal foi estreado pelos Jet, australianos que contagiaram o público com o seu <em>garage rock</em> que lhes é característico. O colectivo liderado por Nic Cester não descuidou a envolvência dos espectadores e foi com eles que entoaram simultaneamente os temas “Seventeen” e “Are You Gonna Be My Girl”. Embora não tão conhecidos como outros grupos da praça mundial da música, os Jet mostraram daquilo que são capazes, mesmo entre a assistência que desconhece o seu repertório.<em></em></p>
<p>Com o anoitecer, o público já começava a lotar as tendas dos concertos, em especial a do palco secundário, onde os The Maccabees acabaram por ser largamente aplaudidos, depois de uma actuação ao nível a que os britânicos habituaram os seus aficionados. Os momentos altos do quinteto foram “Tissue Shoulders” e “All in Your Rows”, músicas que colocaram a multidão aos pulos, ao mesmo tempo que sentiam as sonoridades que se emanavam.</p>
<p>Senhores de um estilo inconfundível, os portugueses Mão Morta apresentaram-se com o último disco, “Pesadelo em Peluche”, que por esta altura se encontra nos lugares da frente da tabela nacional de vendas. O desempenho dos artistas lusos foi repleto dos seus êxitos de sempre, bem alternados com as recentes composições do grupo bracarense.</p>
<p>Num outro espaço do festival de Oeiras, os PAUS davam um espectáculo de alto nível. O quarteto não se fez rogado e conquistou a assistência, antes mesmo de chegar a metade do concerto, o que não deixa de ser surpreendente. Houve inclusivamente um <em>crowdsuf</em> de Makoto, que viajou aereamente pelas mãos dos fãs. Esta prestação foi mais uma prova de que o subvalorizado palco virtual é uma vantagem e não pode desaparecer do evento da Optimus.</p>
<p>Sob a liderança de Tahita Bulmer, os New Young Pony Club voltaram a actuar em Portugal, desta feita com um início ao som de “Hiding on the Staircase”, interpretado na presença de um recinto praticamente lotado, que ainda assim deixava espaço suficiente para dançar ao toque de melodias retiradas dos vários trabalhos discográficos dos londrinos.</p>
<p>Já esperados há algum tempo no palco principal, The Gossip começavam a tocar perante um verdadeiro mar de gente. À semelhança de outros espectáculos dos norte-americanos em solo luso, o trio de Washington levou ao rubro o público, sobretudo com “What’s Lov Got to do With It”, merecedor da maior ovação da noite. Numa simbiose impressionante com o público, a vocalista Beth superou-se em “One More Time” e “Heavy Cross”, seguidas de uma recta final bem ao estilo de The Gossip, com uma pacífica invasão de palco, mas intensa, que selou uma performance espantosa da melhor forma possível.</p>
<p>Uma das boas surpresas deste segundo dia do festival acabaram por ser os Manic Street Prechers, que começaram nada mais nada menos que com o clássico “Motorcycle Emptiness”. O tema, lançado no álbum de estreia, foi a forma mais indicada para começar uma actuação repleta das músicas de sempre do grupo natural do País de Gales. A grande nota positiva a reter vai para a opção dos galeses em interpretar essencialmente temas antigos, deixando de lado os do último álbum, menos conhecidos e cuja ausência foi uma vantagem, já que permitiu uma relação bem mais próxima com a assistência que, tem de ser dito, contagiou o público, maioritariamente constituído pelos seus fãs, que deliraram com a muito bem conseguida versão acústica de “Everlasting”.</p>
<p>A enérgica e incontornável Skin foi outro dos motivos de atenção do dia 9 do Alive!10. A indiscutível líder dos Skunk Anansie tomou de assalto o palco e roubou por completo as luzes no concerto de Oeiras. Ao som de “Charlie Big Potato” e “Charity”, o público que aguardava pelo início do espectáculo não ficou defraudado e a salva de palmas final era disso comprovativo.</p>
<p>Um pouco à parte dos artistas que já tinham actuado, não por menor talento, mas pelo estilo musical que representam, os Booka Shade contagiaram a assistência. Os germânicos recorreram ao seu vasto espólio de álbuns já editados e à experiência de uma carreira coerente, onde se podem encontrar remisturas de temas de Tiga, Hot Chip ou Moby. A fórmula resultou na perfeição.</p>
<p>O espectáculo menos bem conseguido do dia dois do festival de música e arte de Oeiras foi dos Deftones, que tentaram compensar o atraso do início do concerto com a interpretação do máximo de músicas possível, o que acabou por ser um mal menor. O grupo de Chino Moreno procurou fazer a multidão sentir a performance, mas foram os temas característicos e bem conhecidos da banda que satisfizeram quem pagou pelo bilhete de entrada.</p>
<p>As derradeiras actuações ficaram à responsabilidade de Bloody Beetroots Death Crew 77 e Steve Aoki, cuja música foi tocada para alguns aficionados já completamente nus, espelho do nível de desinibição a que chegou o trabalho de palco destes últimos dois concertos. Embora o amanhecer já fosse quase a meio, a energia era imensa e contagiante, num clímax que dificilmente poderia ser mais intenso e sentido.</p>
<p>Naquele que foi o segundo dia do Optimus Alive!10, as expectativas e realidades da abertura do certame foram superadas e elevaram estes mesmos aspectos para o encerramento do evento com a marca Sonae. As bandas participantes estabeleceram óptimos parâmetros e obtiveram maior intimidade com os espectadores do que a alcançada na data transacta, fixando assim uma nova e notável fasquia.</p>
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		<title>Dia8: “Optimus” dia inaugural no Alive!10</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 01:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Optimus Alive 2010]]></category>
		<category><![CDATA[alive!10]]></category>
		<category><![CDATA[dia 8 julho]]></category>

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		<description><![CDATA[Empunhando orgulhosamente o slogan de “melhor cartaz de 2010”, o festival de música e arte de Oeiras tinha muito para provar junto do público, sobretudo por ter assumido desde cedo essa frase audaciosa como mote da massiva publicidade. O anúncio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empunhando orgulhosamente o <em>slogan </em>de “melhor cartaz de 2010”, o festival de música e arte de Oeiras tinha muito para provar junto do público, sobretudo por ter assumido desde cedo essa frase audaciosa como mote da massiva publicidade. O anúncio dos grupos participantes e de um novo palco foi um passo importante, mas esse era o primeiro impulso, que tinha de ser provado na prática, no recinto, onde os cerca de 40 mil espectadores aguardavam ansiosamente pelo abrir de portas para a entrada nos espaços que prometiam dar música aos portugueses.</p>
<p>Com um acérrimo estilo <em>indie</em>, os Local Natives foram os primeiros a encher o Palco Super Bock, com os temas <em>pop/folk</em> do seu primeiro álbum, lançado no ano passado, mas que só agora começa a ser conhecido. Esse factor não invalidou o contágio da energia dos californianos, que desde o início da sua actuação estabeleceram uma intimidade muito particular com a multidão que os ouvia.</p>
<p>Numa corrente completamente diferente dos anteriores companheiros norte-americanos, o “trovador nómada” Devendra Banhart teve alguma dificuldade em cativar os espectadores, mas pouco mais de dez minutos depois de iniciar as suas melodias já conseguia prender a atenção com o seu <em>folk psicadélico</em>. Os ritmos acústicos das músicas do disco “<em>Smokey Rolls Down Thunder Canyon” (2007), </em>bem ao estilo dos anos 60, eram por esta altura os que reinavam em “força”.</p>
<p>Em espaço contíguo, vindos directamente de Brooklyn, os The Drums tomaram de assalto o palco principal do festival de Oeiras, onde apresentaram os temas do seu primeiro trabalho discográfico, de onde se destaca “Best Friend”, um dos mais sentidos pelo público, que também não hesitou ao som de “It Will All End in Tears” e “Submarine”.</p>
<p>O despertar do «espaço mor» do evento ficou a cargo de Biffy Clyro, que se fizeram acompanhar do guitarrista dos Oceansize, Mike Vennanrt. Foi desta união de talentos que saíram as faixas interpretadas, a maioria das quais retiradas da <em>playlist </em>do último álbum dos escoceses, “Only Revolutions”, editado no ano passado e muito bem recebido no mundo do rock alternativo em que Simon Neil, James Johnston e Ben Johnston têm dado cartas. Ainda assim, a relação com o público não foi assim fácil, mas acabou por inflamar, já tarde, na última música, “The Captain”, vocalizada pelos artistas em coro com os fãs.</p>
<p>Com o final da actuação dos autores de “Many of Horror” chegou o momento dos Moonspell, que tiveram de ultrapassar a dificuldade de se fazerem ouvir devido a um sistema sonoro que esteve longe de ser o melhor. Este obstáculo fica registado, bem como a forma usada pelo premiado colectivo luso para suplantar uma lacuna técnica que lhes foi alheia, mas superada com mestria.</p>
<p>Já com um recinto muito mais composto, passavam poucos minutos das 20h30 quando o grosso do público aguardava por Florence and the Machine, que desde o início dos primeiros acórdãos puxou os aficionados a sentir a música, colocando ao rubro uma verdadeira moldura humana que se havia formado. Saltos de mãos no ar e o cantarolar das letras em simultâneo com os artistas britânicos duraram ao longo de todo o concerto, onde a audiência atingiu o êxtase com “Cosmic Love” e “Dog Days are Over”.</p>
<p>A força do regresso de Alice in Chains à música foi uma das grandes atracções deste primeiro dia do Alive!10, que trouxe o quarteto de Seattle a Portugal, quatro anos depois do espectáculo na capital. Agora com o novo trabalho discográfico, “Black Gives Way to Blue” (2009), os norte-americanos deram mostras de que estão para ficar, cerca de 15 anos após a morte do vocalista e co-fundador da banda, Layne Staley, a quem o grupo dedicou o álbum que esteve em destaque no espaço de Oeiras. Foi em memória do malfadado ex-membro dos “Chains” que foram interpretados alguns clássicos do grupo, que provocaram colossais momentos de nostalgia nos espectadores, por esta altura já satisfeitos com a performance estelar do colectivo liderado por Jerry Cantrell.</p>
<p>No palco secundário, pequeno demais para The XX, as emoções estiveram permanentemente ao rubro, e mais ficaram com a interpretação de “Crystalised” e do êxito de Kyla, “Do You Mind”. À semelhança do que acontecera na esgotadíssima actuação na Aula Magna, o trio britânico não deixou os seus créditos por mãos alheias e voltou a surpreender os espectadores, que lotaram por completo a tenda que os recebeu, onde não dava para encaixar mais nenhuma “alminha”.</p>
<p>De volta ao espaço principal do Alive!10, Tom Meighan e companhia “incendiavam” o público que tinha aguardado para os ouvir ao longo de todo o dia. Com um alinhamento bem distribuído entre temas novos e antigos, os Kasabian iam conseguindo contagiar os milhares que tinham os olhos postos no Palco Optimus, onde o grupo inglês fechou a actuação, em grande sintonia com os fãs, entoando o <em>single </em>de 2004, “L.S.F. (Lost Souls Forever)”, dignificado com honras de encerramento em grande, que chegaram a fazer lembrar o estilo inconfundível dos Oasis.</p>
<p>Uma das maiores expectativas do dia inaugural do festival do Passeio Marítimo de Algés era ver La Roux finalmente em palco, depois de cancelados, pela própria dupla britânica, dois concertos em solo luso. Foi precisamente com um pedido de desculpas por esse facto que se deram as palavras de abertura do espectáculo, que viria a assombrar pela positiva, e a que o público respondeu, sobretudo após “In for the Kill” e “Bulletproff”, as músicas mais aplaudidas e sentidas pela assistência, que não arredou pé do recinto para presenciar a voz, dança e imensa energia de Elly Jackson e Ben Langmaid, que se estrearam desta forma em Portugal.</p>
<p>Antes do cair do pano havia ainda tempo para os norte-americanos Faith No More, largamente apoiados por uma enorme falange de fãs portugueses, voltarem a deixar a sua marca em Terras de Camões, um ano depois de terem deliciado os aficionados nacionais. Com uma entrada singular, que começa a ser a imagem de marca do quinteto californiano, a actuação não podia ter sido iniciada com outra música que não “Midnight Cowboy”. O tema original de John Barry foi impulsionador do turbilhão de emoções que antecedeu “Evidence”, totalmente interpretada em português. É na sequência destas faixas que o vocalista, dirigindo-se aos espectadores, afirma que a «a obra dos Faith é como um fado americano», momentos antes de Mike Patton dedicar a Cristiano Ronaldo, que o vocalista apelidou de «palhaço», “A Day Fool For a Life Time”, <em>single</em> emanado de ritmos <em>lounge/bossa nova</em>, e com o qual os Faith No More fecharam um concerto memorável, que o foi ao nível artístico e de relação (íntima) com o público.</p>
<p>No desfecho da maratona de música do primeiro dia do Optimus Alive!10 estava dada a resposta a quem duvidava do potencial dos músicos convidados para a abertura do festival de Oeiras. O público aderiu em massa e era impressionante o “mar” de gente que assistia aos vários espectáculos, dos quais há a destacar as incríveis performances de Faith No More, Florence and the Machine e Alice in Chains, três colectivos que arrasaram colossalmente no recinto, electrizando o mais céptico dos espectadores.</p>
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		<title>Buraka Som Sistema prometem “abanar” Oeiras</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:11:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Palco Optimus Clubbing]]></category>
		<category><![CDATA[Buraka Som Sistema]]></category>

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		<description><![CDATA[Os portugueses liderados por Lil&#8217;Jonh são uma das grandes atracões do dia 9 de Julho no Optimus Alive!10. Os Buraka Som Sistema, agenciados pela editora Enchufada, serão uma das bandas que integrará a Showcase dessa data, que decorre no palco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://optimusalive.net/wp-content/uploads/2010/07/Buraka-Som-Sistema.jpg"><img class="aligncenter size-full  wp-image-2157" title="Buraka Som Sistema no Alive" src="http://optimusalive.net/wp-content/uploads/2010/07/Buraka-Som-Sistema.jpg" alt="" width="548" height="273" /></a>Os portugueses liderados por Lil&#8217;Jonh são uma das grandes atracões do dia 9 de Julho no Optimus Alive!10. Os Buraka Som Sistema, agenciados pela editora Enchufada, serão uma das bandas que integrará a Showcase dessa data, que decorre no palco alternativo daquele festival de música e arte.</p>
<p>Formados em 2005, os BSS alcançaram êxito com “Yah!”, em 2006, tema que teve a participação especial de Petty e Kalaf, “membros honorários” do grupo. Poucos meses depois, os artistas lusos chegaram ao topo, não só em Portugal, mas em toda a Europa, com “Wawaba”, um sucesso de vendas e junto dos críticos.</p>
<p>Com um estilo fortemente marcado pelos ritmos do kuduro electrónico progressivo, os Buraka Som Sistema contam já com dois álbuns de originais, “From Buraka to the World” (2006) e “Black Diamond” (2008). Ambos os discos, embora totalmente representativos do estilo característico do grupo, assumiram um lugar de destaque na tabela de vendas generalista, não só em Portugal, como também na vizinha Espanha.</p>
<p>Naturais da Buraca, Lisboa, os três artistas lusos “tomam” o nome daquela freguesia da Amadora como seu, adaptando-a à caligrafia contemporânea. Terá sido desta zona da capital que saíram, e continuam a sair, as inspirações para os temas do trio português, cujo sucesso não pára de aumentar no cenário internacional, sobretudo na Europa e América do Norte.</p>
<p>Embora não tenha ainda sido adiantada a data de lançamento do novo álbum, os Buraka Som Sistema já anunciaram que está para breve, mais concretamente este Verão. O primeiro <em>single </em>deste trabalho completo, com o título provisório de “Sounds of Kuduro”, conta com a colaboração de DJ Znobia, Saborosa, Puto Prata e M.I.A., entre outros músicos menos conhecidos do panorama nacional.</p>
<p>O grupo luso vai actuar no âmbito da Showcase Enchufada, a 9 de Julho, no Passeio Marítimo de Algés. No mesmo dia, o Palco Optimus Clubbing é também ocupado por Benga, PAUS (Live), Sinden, Zombies for Money, Octa Push (Live) e Macacos do Chinês.</p>
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		<title>Tambores de Benga no Alive!10</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 11:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Palco Optimus Clubbing]]></category>
		<category><![CDATA[Benga]]></category>
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		<description><![CDATA[Beni Adejumo, ou Benga, como é conhecido no mundo da música, é um dos artistas que integra os participantes do Showcase Enchufada, que acontece no segundo dia do festival de música e arte de Oeiras. O britânico, um dos nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong><img class="aligncenter  size-full wp-image-2153" title="Benga no Palco Optimus Clubbing" src="http://optimusalive.net/wp-content/uploads/2010/07/benga.jpg" alt="" width="540" height="216" /></strong>Beni Adejumo</strong>, ou<strong> Benga</strong>, como é conhecido no mundo da música, é um dos artistas que integra os participantes do Showcase Enchufada, que acontece no segundo dia do festival de música e arte de Oeiras. O britânico, um dos nomes fortes do estilo <em>dubstep</em>, é cabeça de cartaz na data em que actua, num palco onde vão estar outros nomes fortes de diferentes géneros musicais.</p>
<p>A visita do músico de origens africanas acontece cerca de dois anos depois do lançamento do seu segundo trabalho discográfico, “Diary of na Afro Warrior”, recebido de forma impressionante pela crítica, onde se destacam opiniões como a do site especializado Resident Advisor, que àquele se referiu como sendo “um dos mais esperados trabalhos de <em>dubstep </em>dos últimos tempos”.</p>
<p>O músico inglês começou a sua carreira profissional em 2002, com a edição do tema “Skank/Dose”, pela Big Apple Records. Desde então, <strong>Benga </strong>lançou mais 17 <em>singles </em>não integrados em CD’s, co-produzidos com artistas como Skream, Hatcha e Walsh. Ao nível de trabalhos discográficos, além do editado em 2008, o britânico conta ainda com “Newstep” (2006), também ele um sucesso junto do público apreciador do estilo que aquele representa.</p>
<p>O reconhecimento de<strong> Beni</strong> existe não apenas perante os fãs, mas também dos críticos. A sucursal do Guardian, Observer, intitula o artista com um dos primeiros verdadeiros produtores do <em>dubstep</em>, que investiu seriamente no seu potencial no início deste milénio. Para a publicação, o inglês consegue uma mistura única entre o estilo das sonoridades do Sul e Este de Londres, com uma mestria singular.</p>
<p>As músicas de Benga são bem “concorridas”, de tal forma que fizeram parte de inúmeras compilações, das quais se destacam “Warrior Dubz” (Mary Anne Hobbs, 2006), “Ammunition And Blackdown Present: The Roots Of Dubstep” (Tempa, 2006) e colectâneas da Rádio BBC 1Xtra. Nestes trabalhos conjuntos, o grande destaque vai para a especialidade do britânico, o tambor acústico, e temas que têm neste instrumento a maior inclusão, tais como “Evolution” ou “Live Drums”, as faixas mais ratificadas neste aspecto.</p>
<p>O artista britânico sobe ao <strong>Palco Optimus Clubbing</strong> no mesmo dia de Buraka Som Sistema (DJ set), PAUS (live), Sinden, Zombies For Money, Octa Push (live) e Macacos do Chinês (DJ set). O espectáculo dos artistas constitui o alinhamento completo do Showcase Enchufada, noite temática que se segue ao Showcase Turbo Recording (dia 8), e antecede The Legendary Tigerman apresenta Femina, o “trio de assuntos” do palco alternativo do Optimus Alive!10.</p>
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		<title>Revolução dos Zombies for Money chega ao Alive!10</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 19:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São uma das mais inovadoras bandas dos últimos anos a surgir em Portugal, bem como uma das que mais depressa alcançou o (devido) reconhecimento da sua qualidade excepcional. Falamos da dupla de Dj Manaia e DJ klipar, que levaram avante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter  size-full wp-image-2148" title="Zombies for Money no Optimus Alive" src="http://optimusalive.net/wp-content/uploads/2010/06/Zombies-for-Money.jpg" alt="" width="566" height="262" />São uma das mais inovadoras bandas dos últimos anos a surgir em Portugal, bem como uma das que mais depressa alcançou o (devido) reconhecimento da sua qualidade excepcional. Falamos da dupla de<strong> Dj Manaia</strong> e<strong> DJ klipar</strong>, que levaram avante um projecto que tem bastante de promissor e muito para dar nos próximos anos, sobretudo pelo carácter único das sonoridades com que trabalham.</p>
<p>Constituída por dois membros com uma visão muito diferente da música, mas convergentes em si, o inovador grupo luso nasceu em <strong>Lisboa</strong> e actualmente já goza de uma projecção bastante boa fora de portas. O segredo está na mistura invulgar de sons, que vão desde o Electrónico ao House, passando pelo Techno e World Music.</p>
<p>Segundo as palavras dos próprios criativos, o objectivo da sua fusão passa por conseguir “produzir música diferente, capaz de transmitir o espírito único na World Music, electrónica, techno e house” ao público. Os géneros de que se “servem” são variadíssimos e o resultado, por mais incrível que possa parecer, é impressionante. A sua música “fica no ouvido”, como diz a expressão popular.</p>
<p>A colaboração entre as sonoridades electrónicas do <strong>Dj Manaia </strong>e a capacidade produtiva de<strong> Klipar</strong> já deu provas verdadeiras no mercado. A confluência “oficial” entre os estilos de ambos foi concretizada em Dezembro do ano passado, altura em que os artistas lançaram oficialmente o primeiro EP conjunto. O sucesso foi tamanho que algumas semanas mais tarde teve direito a remisturas, cujo êxito catapultou a dupla para o circuito restrito do estilo musical que representam.</p>
<p>Os portugueses Zombies for Money actuam no <strong>Palco Optimus Clubbing</strong>, no âmbito do Showcase Enchufada, a<strong> 9 de Julho</strong>. No mesmo dia, sobem àquele espaço Benga, Buraka Som Sistema (DJ Set), PAUS (Live), Sinden, Octa Push (Live) e Macacos do Chinês (DJ Set).</p>
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		<title>Música dos germânicos Aeroplane em Oeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 21:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AeroPlane]]></category>
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		<description><![CDATA[O quinteto alemão Aeroplane vai subir ao Palco Optimus Clubbing no dia inaugural do festival do Passeio Marítimo de Algés deste ano. Nesta que será a sua estreia em Portugal, o grupo vai ter a oportunidade de actuar para uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2145" title="AeroPlane no Optimus Alive" src="http://optimusalive.net/wp-content/uploads/2010/06/aeroplane1.jpg" alt="" width="525" height="208" /></p>
<p>O quinteto alemão <strong>Aeroplane</strong> vai subir ao <strong>Palco Optimus Clubbing</strong> no dia inaugural do festival do <strong>Passeio Marítimo de Algés</strong> deste ano. Nesta que será a sua estreia em Portugal, o grupo vai ter a oportunidade de actuar para uma plateia maior do que aquela a que estão habituados, sobretudo porque têm actuado essencialmente no seu país, para recintos mais limitados, algo que está prestes a mudar, porque estes iniciaram recentemente a sua digressão por várias cidades europeias.</p>
<p>A banda constituída por quatro jovens, Paul (vocal), Sarah (vocal), Chris (bateria), Felix (guitarra) e Korbinian (baixo), interpreta somente temas de outros artistas, dando-lhes uma renovação particular através da sonorização única do estilo funkie. De entre as músicas interpretadas, destacam-se faixas dos Rammstein, Fall Out Boy, Blink 182 ou Lenny Kravitz, entre outros.</p>
<p>Uma das características mais distintivas desta<strong> banda alemã</strong>, que é igualmente o seu ponto mais elogiado, está ligada à impressionante relação que os jovens conseguem estabelecer com o público, numa conexão quase simbiótica que torna os espectadores como parte integral da actuação. Esta é, aliás, uma das particularidades mais realçadas pelos próprios fãs do quinteto, como se pode ler nos diversos comentários do <a href="http://www.aeroplane-music.com/">Site Oficial.</a></p>
<p>Até à data, os<strong> Aeroplane </strong>têm realizado concertos de pequenas dimensões e na sua nação, mas o carisma da banda já atraiu a editora Ohne Vertrag, que aposta forte na promoção deste recém-criado grupo, cuja música já começa a gerar uma interessante legião de fãs um pouco por todo o mundo, sobretudo agora que a primeira grande tournée se aproxima, tendo Oeiras como uma das paragens.</p>
<p>O quinteto germânico vai estar a <strong>8 de Julho</strong> no Optimus Alive!10, o primeiro dia do festival do Passeio Marítimo de Algés, no mesmo espaço onde actuam Tiga,  Proxy (live set), Shit Robot, Villa Nah (live set), Matias Aguayo Band (live set), Boy 8-Bit, Jori Hulkkonen, Youthless e Thomas Von Party.</p>
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		<title>Regresso em grande de Laidback Luke</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 17:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Palcos]]></category>
		<category><![CDATA[Laidback Luke]]></category>
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		<description><![CDATA[O produtor e DJ filipino Laidback Luke vai marcar presença no Showcase da Echufada do Optimus Alive deste ano. É nesta iniciativa do festival de Oeiras que Luke Van Scheppingen vai ter oportunidade para voltar a mostrar, em Portugal, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2135" title="Laidback Luke no Optimus Alive" src="http://optimusalive.net/wp-content/uploads/2010/06/laidbackluke.jpg" alt="" width="548" height="275" /></p>
<p>O produtor e DJ filipino <strong>Laidback Luke</strong> vai marcar presença no Showcase da Echufada do <strong>Optimus Alive</strong> deste ano. É nesta iniciativa do festival de Oeiras que<strong> Luke Van Scheppingen</strong> vai ter oportunidade para voltar a mostrar, em Portugal, o seu (reconhecido) talento.</p>
<p>No seu regresso a terras lusas, o produtor de “<strong>Show Me Love</strong>” e “<strong>Leave The World Behind</strong>” vai preencher o espaço de actuação com os característicos ritmos house que dominam os seus temas “Shake it Down” (2008) e “Brake Down The House” (2008). São também esperadas as interpretações de “Be” (com Steve Angello, 2008) e do seu primeiro grande sucesso mundial, “Back 2 Return”, lançado em 2007.</p>
<p>A carreira do artista que passou a infância na Holanda começou com o <em>single</em> “Act the Foll”, em 1995, alguns meses antes da edição da remistura de “Green Velvet’s Stalker”, uma música muito bem recebida pela crítica inglesa, que impulsionou desta forma o sucesso de Laidback Luke. Desde então, o filipino criou uma impressionante marca com mais de cem faixas produzidas, entre as quais as novas «roupagens» de “Plastic City”, “Virgin”, “Twisted” ou “Stealth”.</p>
<p>No próximo mês de Julho, no <strong>Passeio Marítimo de Algés</strong>, o produtor e DJ deverá apresentar um reportório com músicas retiradas dos dois álbuns de originais que já editou, “Psyched Up” (1998) e “Electronic Satisfaction” (2002), além de outros temas remisturados que incluiu no disco “Windmill Skill (2003).</p>
<p>Antes de se tornar conhecido no mundo da música, Laidback era um artista de graffiti com “nome na praça”, que expandiu esse reconhecimento ao universo musical, para o qual já contribuiu com <em>mixes</em> dos Daft Punk, Carl Cox, Roger Sanchez ou Pete Tong, entre outros. O despertar do gosto do agora produtor pelo<strong> <em>house music</em></strong> aconteceu depois de este ter contactado com o também DJ alemão Dobre, o primeiro a ficar espantado com o potencial do jovem e a incentivar o seu desenvolvimento enquanto artista de <em>house</em>.</p>
<p>Laidback Luke vai actuar no dia 9 de Julho, em Oeiras, a mesma data em que sobem ao Palco Optimus Clubbing os Buraka Som Sistema (DJ Set), PAUS (Live), Sinden, Zombies for Money, Octa Push (Live) e Macacos do Chinês (DJ Set).</p>
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