Alive!10 com encerramento digno de registo

Na sequência de um primeiro e segundo dias de elevadíssimo nível, o fechar do certame de Oeiras afigurava-se como uma oportunidade de excelência para demonstrado o valor do mesmo, implícito na expressão “um dos maiores festivais de música e arte da Europa”. A frase é da própria organização, mas não contestada exteriormente, sendo reconhecido que embora o Optimus Alive tenha apenas quatro edições, é um dos eventos artísticos mais respeitados do Velho Continente. A abertura das hostilidades musicais do terceiro e último dia do festival do Passeio Marítimo de Algés esteve a cargo da tímida e contida actuação de Girls, uma das performances mais fracas desde o início do festival. Apesar de possuírem alguns temas com uma certa força na versão discográfica, a apresentação dos mesmos ao vivo ficou muito aquém do esperado, não se tendo verificado quase interacção alguma com o público, mormente com os fãs, que aguardavam por algo bem melhor. Passados alguns minutos das 18h00, o Palco Super Bock acolheu os conimbricenses Slowriders, cuja presença foi deveras sentida e bem gerida, com uma sintonia assinalável com os espectadores. A capacidade de surpreender a assistência foi um dos aspectos que merecem maior destaque para o colectivo luso, cujas músicas, ainda que desconhecidas para a maioria do público, não impediram a singularidade de um concerto muito positivo e a repetir. O seguimento das interpretações musicais coube aos Gomez, que se deslocaram a Portugal com o mais recente álbum, “A New Tide”. Lançado no ano passado, foi deste trabalho que emanaram os temas ouvidos em Oeiras, não tendo faltado o reviver das melodias mais bem sucedidas de uma carreira que vai já em mais de uma década. Um pouco mais distante do local onde estavam maioritariamente centradas as atenções, o palco principal, onde actuariam os Pearl Jam, os suecos Miike Snow já tocavam os temas do seu primeiro álbum na zona alternativa. As faixas do disco com título homónimo foram apresentadas perante uma boa plateia, que ouvia pela primeira vez algumas destas músicas, pelo menos a julgar pelas expressões faciais do público, que depois de estranhar as melodias, entrou no ritmo a 100 por cento e sem preconceitos, criando um agradável ambiente. Os singles “Blurial” e “Animal” foram os mais aplaudidos pela assistência, totalmente rendida no final da actuação. Alguns momentos depois, o inconfundível punk céltico dos Dropkick Murphys invadiu o espaço Optimus e conquistou amplamente a audiência, que após três músicas começava a gesticular abertamente ao som das harmonias dos artistas norte-americanos. A irreverência e estilo muito particular do colectivo de Massachusetts não deixou ninguém indiferente, com a sonoridade única de o misto flauta, banjo e gaita-de-foles a garantir a conquista de todos quantos assistiam a uma performance tão peculiar como característica dos autores de “Shipping Up To Boston”. Os sons fortes das guitarras dos The Big Pink entoavam por esta altura no espaço circundante ao Palco Super Bock, onde o duo britânico fazia questão de brindar de forma especial os seus fãs, que desde o início da actuação cantavam os temas em coro, sobretudo ao longo de “Velvet” e “Dominos”. É certo que os espectadores aficionados dos ingleses não estavam em maioria, mas os que marcaram presença não hesitaram em fazer-se notar. De volta a solo luso estiveram os Gogol Bordello, depois de há três anos terem surpreendido positivamente em Paredes de Coura. Neste regresso à nação que viu nascer Camões, os nova-iorquinos voltaram a dar mostras de uma qualidade invejável, com destaque para a relação criada com o público, que foi especialmente forte em “My Companjera”. Para a história fica precisamente esta interacção com os espectadores, não alienando a boa música dos norte-americanos. Peches era a senhora que se seguia no alinhamento e uma das artistas mais esperadas da noite. A canadiana tomou de assalto o palco, demonstrando toda a sua excentricidade perante um público que ansiava por concerto único, facto que se veio a confirmar. No decurso da interpretação de “Take You On” e “Billionaire” os espectadores já estavam ao rubro, e mais ficaram quando a nativa de Toronto andou literalmente sobre os fãs, caminhando em cima das mãos dos aficionados, que se predispuseram a colocá-las no ar para que a peripécia fosse realizada com sucesso. Fica este momento para recordar, mas também toda a sua performance, que confirmou a pertença da canadiana a um mundo completamente à parte da maioria dos músicos da sua geração. Para

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a grande maioria da assistência tinha finalmente terminado a espera. Estava na altura de um dos grupos mais aguardados do festival actuar. Foi então que os Pearl Jam começaram o seu concerto, num dia em que o Optimus Alive! esgotou por completo, muito por culpa destes músicos de Seattle. A presença dos norte-americanos ficou marcada pelo anúncio de que o colectivo liderado por Eddie Vedder iria fazer uma pausa por tempo indeterminado, o que acabou por resfriar um pouco os ânimos que se iam acalorando. Porém, a vontade de ver e ouvir os míticos Pearl Jam era mais forte, e nem esta novidade menos boa retraiu os aficionados, que atingiu o clímax em “Yellow Ledbetter” e “The End, The Fixer”, cantados com Boom Gaspar vestido à Mundial, com a camisola oficial da selecção portuguesa. Também Mike McCready deu nas vistas com os seus toques de mestria na sua guitarra de sempre, acompanhado pela irrepreensível espectacularidade de Jeff Ament (baixo), Matt Cameron (bateria) e Stone Gossard (guitarra base). O balanço da actuação não podia ter sido mais extremo e afirmativo, com um final apoteótico de se lhe tirar o chapéu. No espaço alternativo, Simian Mobile Disco e Crookers entretinham a assistência, mas estavam longe de convencer. Independentemente de possuírem músicas mais ou menos conhecidas, as duas bandas não conseguiam cativar o público, embora com performances que sobressaíram pela lucidez e constância, mas sem a chama que é tão necessária no género de festivais em que o Optimus Alive! se enquadra desde a primeira edição. O ritmo da boa música continuava em força no Passeio Marítimo de Algés, onde os aclamados LCD Soundsystem dominaram as emoções que pairavam no ar e emanavam directamente das enérgicas faixas tocadas pelo grupo liderado por James Murphy. As distintivas batidas dos nova-iorquinos bateram no seu máximo em “Daft

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Punk is Playing at My House”, a melhor e mais cativante das interpretações no decorrer da sua longa mas fascinante performance. No certame de Oeiras esteve ainda Boys Noize, um alemão que teve a responsabilidade de encerrar o Palco Super Bock com música electrónica de qualidade invulgar. Desde o reviver do passado a algumas melodias mais contemporâneas, Alexander Ridha, nome verdadeiro do artista germânico, deu espectáculo e foi mesmo uma das boas surpresas da noite, com uma escolha arrojada de temas que se tornaram a mais-valia de uma actuação que fica na memória. Ao longo dos três dias do Alive!10, mais de 112 mil pessoas assistiram às mais de quatro dezenas de actuações dos artistas participantes, que se dividiram pelos palcos Optimus, Super Bock e Optimus Clubbing. O derradeiro dia contou com uma verdadeira enchente, tendo-se verificado lotação esgotada (45 mil), com os ingressos esgotados duas semanas antes de o certame ter principiado. No dia 8, cerca de 40 mil marcaram presença no evento, número que desceu ligeiramente para os 37 mil na data subsequente. A grandeza dos números levou a organização a confirmar oficialmente o Optimus Alive!11, que vai acontecer entre 7 e 9 de Julho, permanecendo o Passeio Marítimo de Algés como o local de eleição. Com um vasto e heterogéneo leque de bandas e um sucesso consolidado após quatro edições, o Optimus Alive! já se tornou um dos mais respeitados festivais da Europa, sendo considerado como um dos três maiores em Portugal. Desde 2007, mais de 420 mil espectadores tiveram a oportunidade de assistir aos concertos de mais de duas centenas de artistas, representantes dos inúmeros géneros musicais, colocando assim a fasquia de expectativa anual cada vez mais elevada, mas até agora superada com uma assinalável distinção.

Dia 9 estabeleceu exigências no máximo

Na sequência de um dia inaugural com grande afluência de público (38 mil os espectadores), as previsões

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para a continuação do festival de música e arte de Oeiras era elevada. Apesar de terem assistido menos cinco mil pessoas aos diversos concertos, o ambiente ficou longe de perder, bem pelo contrário, já que havia espaço para respirar nos recintos, dado que o elevado calor exigia uma constante visita às concorridas zonas de “abastecimento” de bebidas. Perante os olhos e ouvidos de alguns dos músicos que já haviam tocado ou estavam a fazer tempo para subir ao palco, os Hurts foram os primeiros que começaram a captar as atenções do público com os seus ritmos disco slow. A presença do duo de Manchester conquistou parte da audiência, mas não arrancou elogios de maior, embora a música “Illuminated” e “Better Than Love” tenha levado a alguns sorrisos discretos. A continuação do espectáculo ficou a cargo dos nova-iorquinos

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Holy Ghost!, mestres na arte de envolver a assistência, também cativada no Optimus Alive!10, muito por culpa da utilização única do som misto do saxofone, corneta e teclas. A miscigenação de instrumentos foi de tal forma singular, que mesmo aqueles que não conheciam o estilo do duo norte-americano não terão ficado indiferentes, especialmente depois de interpretado o tema que foi “Single of the Week” na loja iTunes, o invulgar e ritmado “Hold On”. Algumas horas após a abertura do recinto, o palco principal foi estreado pelos Jet, australianos que contagiaram o público com o seu garage rock que lhes é característico. O colectivo liderado por Nic Cester não descuidou a envolvência dos espectadores e foi com eles que entoaram simultaneamente os temas “Seventeen” e “Are You Gonna Be My Girl”. Embora não tão conhecidos como outros grupos da praça mundial da música, os Jet mostraram daquilo que são capazes, mesmo entre a assistência que desconhece o seu repertório. Com o anoitecer, o público já começava a lotar as tendas dos concertos, em especial a do palco secundário, onde os The Maccabees acabaram por ser largamente aplaudidos, depois de uma actuação ao nível a que os britânicos habituaram os seus aficionados. Os momentos altos do quinteto foram “Tissue Shoulders” e “All in Your Rows”, músicas que colocaram a multidão aos pulos, ao mesmo tempo que sentiam as sonoridades que se emanavam. Senhores de um estilo inconfundível, os portugueses Mão Morta apresentaram-se com o último disco, “Pesadelo em Peluche”, que por esta altura se encontra nos lugares da frente da tabela nacional de vendas. O desempenho dos artistas lusos foi repleto dos seus êxitos de sempre,

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bem alternados com as recentes composições do grupo bracarense. Num outro espaço do festival de Oeiras, os PAUS davam um espectáculo de alto nível. O quarteto não se fez rogado e conquistou a assistência, antes mesmo de chegar a metade do concerto, o que não deixa de ser surpreendente. Houve inclusivamente um crowdsuf de Makoto, que viajou aereamente pelas mãos dos fãs. Esta prestação foi mais uma prova de que o subvalorizado palco virtual é uma vantagem e não pode desaparecer do evento da Optimus. Sob a liderança de Tahita Bulmer, os New Young Pony Club voltaram a actuar em Portugal, desta feita com um início ao som de “Hiding on the Staircase”, interpretado na presença de um recinto praticamente lotado, que ainda assim deixava espaço suficiente para dançar ao toque de melodias retiradas dos vários trabalhos discográficos dos londrinos. Já esperados há algum tempo no palco principal, The Gossip começavam a tocar perante um verdadeiro mar de gente. À semelhança de outros espectáculos dos norte-americanos em solo luso, o trio de Washington levou ao rubro o público, sobretudo com “What’s Lov Got to do With It”, merecedor da maior ovação da noite. Numa simbiose impressionante com o público, a vocalista Beth superou-se em “One More Time” e “Heavy Cross”, seguidas de uma recta final bem ao estilo de The Gossip, com uma pacífica invasão de palco, mas intensa, que selou uma performance espantosa da melhor forma possível. Uma das boas surpresas deste segundo dia do festival acabaram por ser os Manic Street Prechers, que começaram nada mais nada menos que com o clássico “Motorcycle Emptiness”. O tema, lançado no álbum de estreia, foi a forma mais indicada para começar uma actuação repleta das músicas de sempre do grupo natural do País de Gales. A grande nota positiva a reter vai para a opção dos galeses em interpretar essencialmente temas antigos, deixando de lado os do último álbum, menos conhecidos e cuja ausência foi uma vantagem, já que permitiu uma relação bem mais próxima com a assistência que, tem de ser dito, contagiou o público, maioritariamente constituído pelos seus fãs, que deliraram com a muito bem conseguida versão acústica de “Everlasting”. A enérgica e incontornável Skin foi outro dos motivos de atenção do dia 9 do Alive!10. A indiscutível líder dos Skunk Anansie tomou de assalto o palco e roubou por completo as luzes no concerto de Oeiras. Ao som de “Charlie Big Potato” e “Charity”, o público que aguardava pelo início do espectáculo não ficou defraudado e a salva de palmas final era disso comprovativo. Um pouco à parte dos artistas que já tinham actuado, não por menor talento, mas pelo estilo musical que representam, os Booka Shade contagiaram a assistência. Os germânicos recorreram ao seu vasto espólio de álbuns já editados e à experiência de uma carreira coerente, onde se podem encontrar remisturas de temas de Tiga, Hot Chip ou Moby. A fórmula resultou na perfeição. O espectáculo menos bem conseguido do dia dois do festival de música e arte de Oeiras foi dos Deftones, que tentaram compensar o atraso do início do concerto com a interpretação do máximo de músicas possível, o que acabou por ser um mal menor. O grupo de Chino Moreno procurou fazer a multidão sentir a performance, mas foram os temas característicos e bem conhecidos da banda que satisfizeram quem pagou pelo bilhete de entrada. As derradeiras actuações ficaram à responsabilidade de Bloody Beetroots Death Crew 77 e Steve Aoki, cuja música foi tocada para alguns aficionados já completamente nus, espelho do nível de desinibição a que chegou o trabalho de palco destes últimos dois concertos. Embora o amanhecer já fosse quase a meio, a energia era imensa e contagiante, num clímax que dificilmente poderia ser mais intenso e sentido. Naquele que foi o segundo dia do Optimus Alive!10, as expectativas e realidades da abertura do certame foram superadas e elevaram estes mesmos aspectos para o encerramento do evento com a marca Sonae. As bandas participantes estabeleceram óptimos parâmetros e obtiveram maior intimidade com os espectadores do que a alcançada na data transacta, fixando assim uma nova e notável fasquia.

Dia8: “Optimus” dia inaugural no Alive!10

Empunhando orgulhosamente o slogan de “melhor cartaz de 2010”, o festival de música e arte de Oeiras tinha muito para provar junto do público, sobretudo por ter assumido desde cedo essa frase audaciosa como mote da massiva publicidade. O anúncio dos grupos participantes e de um novo palco foi um passo importante, mas esse era o primeiro impulso, que tinha de ser provado na prática, no recinto, onde os cerca de 40 mil espectadores aguardavam ansiosamente pelo abrir de portas para a entrada nos espaços que prometiam dar música aos portugueses.

Com um acérrimo estilo indie, os Local Natives foram os primeiros a encher o Palco Super Bock, com os temas pop/folk do seu primeiro álbum, lançado no ano passado, mas que só agora começa a ser conhecido. Esse factor não invalidou o contágio da energia dos californianos, que desde o início da sua actuação estabeleceram uma intimidade muito particular com a multidão que os ouvia.

Numa corrente completamente diferente dos anteriores companheiros norte-americanos, o “trovador nómada” Devendra Banhart teve alguma dificuldade em cativar os espectadores, mas pouco mais de dez minutos depois de iniciar as suas melodias já conseguia prender a atenção com o seu folk psicadélico. Os ritmos acústicos das músicas do disco “Smokey Rolls Down Thunder Canyon” (2007), bem ao estilo dos anos 60, eram por esta altura os que reinavam em “força”.

Em espaço contíguo, vindos directamente de Brooklyn, os The Drums tomaram de assalto o palco principal do festival de Oeiras, onde apresentaram os temas do seu primeiro trabalho discográfico, de onde se destaca “Best Friend”, um dos mais sentidos pelo público, que também não hesitou ao som de “It Will All End in Tears” e “Submarine”.

O despertar do «espaço mor» do evento ficou a cargo de Biffy Clyro, que se fizeram acompanhar do guitarrista dos Oceansize, Mike Vennanrt. Foi desta união de talentos que saíram as faixas interpretadas, a maioria das quais retiradas da playlist do último álbum dos escoceses, “Only Revolutions”, editado no ano passado e muito bem recebido no mundo do rock alternativo em que Simon Neil, James Johnston e Ben Johnston têm dado cartas. Ainda assim, a relação com o público não foi assim fácil, mas acabou por inflamar, já tarde, na última música, “The Captain”, vocalizada pelos artistas em coro com os fãs.

Com o final da actuação dos autores de “Many of Horror” chegou o momento dos Moonspell, que tiveram de ultrapassar a dificuldade de se fazerem ouvir devido a um sistema sonoro que esteve longe de ser o melhor. Este obstáculo fica registado, bem como a forma usada pelo premiado colectivo luso para suplantar uma lacuna técnica que lhes foi alheia, mas superada com mestria.

Já com um recinto muito mais composto, passavam poucos minutos das 20h30 quando o grosso do público aguardava por Florence and the Machine, que desde o início dos primeiros acórdãos puxou os aficionados a sentir a música, colocando ao rubro uma verdadeira moldura humana que se havia formado. Saltos de mãos no ar e o cantarolar das letras em simultâneo com os artistas britânicos duraram ao longo de todo o concerto, onde a audiência atingiu o êxtase com “Cosmic Love” e “Dog Days are Over”.

A força do regresso de Alice in Chains à música foi uma das grandes atracções deste primeiro dia do Alive!10, que trouxe o quarteto de Seattle a Portugal, quatro anos depois do espectáculo na capital. Agora com o novo trabalho discográfico, “Black Gives Way to Blue” (2009), os norte-americanos deram mostras de que estão para ficar, cerca de 15 anos após a morte do vocalista e co-fundador da banda, Layne Staley, a quem o grupo dedicou o álbum que esteve em destaque no espaço de Oeiras. Foi em memória do malfadado ex-membro dos “Chains” que foram interpretados alguns clássicos do grupo, que provocaram colossais momentos de nostalgia nos espectadores, por

esta altura já satisfeitos com a performance estelar do colectivo liderado por Jerry Cantrell.

No palco secundário, pequeno demais para The XX, as emoções estiveram permanentemente ao rubro, e mais ficaram com a interpretação de “Crystalised” e do êxito de Kyla, “Do You Mind”. À semelhança do que acontecera na esgotadíssima actuação na Aula Magna, o trio britânico não deixou os seus créditos por mãos alheias e voltou a surpreender os espectadores, que lotaram por completo a tenda que os recebeu, onde não dava para encaixar mais nenhuma “alminha”.

De volta ao espaço principal do Alive!10, Tom Meighan e companhia “incendiavam” o público que tinha aguardado para os ouvir ao longo de todo o dia. Com um alinhamento bem distribuído entre temas novos e antigos, os Kasabian iam conseguindo contagiar os milhares que tinham os olhos postos no Palco Optimus, onde o grupo inglês fechou a actuação, em grande sintonia com os fãs, entoando o single de 2004, “L.S.F. (Lost Souls Forever)”, dignificado com honras de encerramento em grande, que chegaram a fazer lembrar o estilo inconfundível dos Oasis.

Uma das maiores expectativas do dia inaugural do festival do Passeio Marítimo de Algés era ver La Roux finalmente em palco, depois de cancelados, pela própria dupla britânica, dois concertos em solo luso. Foi precisamente com um pedido de desculpas por esse facto que se deram as palavras de abertura do espectáculo, que viria a assombrar pela positiva, e a que o público respondeu, sobretudo após “In for the Kill” e “Bulletproff”, as músicas mais aplaudidas e sentidas pela assistência, que não arredou pé do recinto para presenciar a voz, dança e imensa energia de Elly Jackson e Ben Langmaid, que se estrearam desta forma em Portugal.

Antes do cair do pano havia ainda tempo para os norte-americanos Faith No More, largamente apoiados por uma enorme falange de fãs portugueses, voltarem a deixar a sua marca em Terras de Camões, um ano depois de terem deliciado os aficionados nacionais. Com uma entrada singular, que começa a ser a imagem de marca do quinteto californiano, a actuação não podia ter sido iniciada com outra música que não “Midnight Cowboy”. O tema original de John Barry foi impulsionador do turbilhão de emoções que antecedeu “Evidence”, totalmente interpretada em português. É na sequência destas faixas que o vocalista, dirigindo-se aos espectadores, afirma que a «a obra dos Faith é como um fado americano», momentos antes de Mike Patton dedicar a Cristiano Ronaldo, que o vocalista apelidou de «palhaço», “A Day Fool For a Life Time”, single emanado de ritmos lounge/bossa nova, e com o qual os Faith No More fecharam um concerto memorável, que o foi ao nível artístico e de relação (íntima) com o público.

No desfecho da maratona de música do primeiro dia do Optimus Alive!10 estava dada a resposta a quem duvidava do potencial dos músicos convidados para a abertura do festival de Oeiras. O público aderiu em massa e era impressionante o “mar” de gente que assistia aos vários espectáculos, dos quais há a destacar as incríveis performances de Faith No More, Florence and the Machine e Alice in Chains, três colectivos que arrasaram colossalmente no recinto, electrizando o mais céptico dos espectadores.

The Big Pink no Optimus Alive

Optimus Alive!10 tem uma nova confirmação no cartaz deste ano, desta vez é o duo londrino The Big Pink. Um duo de Electro-Rock composto por Robbie Furze e Milo Cordell. Um grupo recente, tendo começado em 2007 com o albúm “The Band”. Neste ano lançam o seu primeiro single intitulado “Too Young To Love” pela discográfica Anxiety. Single que foi limitado a apenas 500 cópias.

Em 2009 o duo assina com a discográfica britânica 4AD e em Fevereiro do mesmo ano a banda recebe o prémio para a melhor nova actuação nos NME Shockwave Awards. Em Abril sai o primeiro álbum editado pela 4AD intitulado “Velvet”, álbum que foi galardoado com 7 valores em 10. Resta dizer que este albúm foi produzido pela banda e mixado por Alan Moulder e que tem um remix de 7 minutos da música com o mesmo nome do álbum criado pelos Gang Gang Dance. Neste ano a banda também participa com um cover da música “Lovesong” dos The Cure para o albúm “A Tribute To Godlike Geniuses The Cure” que sai em na revista NME de Fevereiro. Depois destes lançamentos a banda lança-se para a Europa com “TV On The Radio” e fazendo uma turneé no Reino Unido aproveitando para lançar um segundo single intitulado “Stop The World” numa edição limitada.

Em Setembro do mesmo ano, a banda lança o álbum “A Brief History Of Love” e uma semana antes do albúm lança o single “Dominos”. A produção do albúm e do single foi feita pelo duo britânico na Electro Lady Studios em Nova Yorque e segundo citações de Cordell, o álbum incluí todos os aspectos do amor, o bom, o mau, o ente-diante, o excitante, os sonhos, os pesadelos, enfim, tudo.

No final de 2009 o duo britânico entra em turneé pela Europa, Japão e Estados Unidos marcando uma segunda turneé para os Estados Unidos e para a Austrália em 2010. Em Novembro de 2009 o duo britânico faz a primeira parte da turneé dos Muse no Reino Unido, criando também um Remix da música “Undisclosed Desires”. Para ouvirem muitos dos seus exitos podem visitar o MySpace da banda.

Peaches presente no Passeio Martimo de Algés

A mais recente confirmação no Optimus Alive é a artista Merril Beth Nisker, mundialmente conhecida por Peaches, nascida em Toronto, Canadá em 1968. Esta artista de electroclash e conhecida pela sua temática sexual e com um espectáculo muito enérgico e também exótico, devido a temática sexual e também devido ao exotismo e sensualidade de Peaches. A artista trabalha em Berlin, local onde também vive. Sendo uma artista a solo, Merril Beth Nisker toca a maioria dos seus instrumentos e também os programa. Antes de enveredar pela carreira artística, Peaches era professora e também bibliotecária.

Peaches começou em 1995, ainda sobre o nome de Merrill Nisker com o Álbum “Fancypants Hoodlum”, tendo mudado para o nome Peaches depois. Em 2000 e ja com o cognome de Peaches, lança 2 E.P.’s intitulados, “Lovertits” e “Peaches E.P.” bem como o seu segundo álbum intitulado “The Teaches Of Peaches” tendo lançado mais 7 E.P.’s e mais 3 álbuns ate ao ano passado. No álbum “impeach My Bush” a cantora contou com participações de cantores como Joan Jett, Josh Homme e Samantha Maloney. O ultimo álbum dela, lançado em 2009, intitula-se “I Feel Cream” e contem muitos êxitos, êxitos quais poderemos ouvir no dia 10 de Julho no Festival Optimus Alive 2010. Para todos os fãs que já conhecem Peaches e para aqueles que não conhecem, irá ser um espectáculo que simplesmente

promete muito.

Biffy Clyro no Optimus Alive 2010

O Maior Festival de Musica e Arte de Portugal tem mais uma confirmação de peso para a edição de 2010, o conhecido Biffy Clyro. Desta vez o destaque vai para uma banda de rock alternativo escocesa de seu nome Biffy Clyro, composta por 3 elementos, sendo eles Simon Neil na guitarra, James Johnston no baixo e Ben Johnston na bateria, sendo os 3 músicos vocalistas da banda, que ja conta com um E.P. e 5 discos de originais com destaque para o álbum lançado o ano passado intitulado “Only Revolutions” que desde que saiu tem atingido os top’s no reino unido, sendo também o álbum mais ouvido da banda. Com um começo em 2000 com o E.P. “the kids who pop today will rock tomorrow” a banda lançou mais cinco álbuns intitulados “Blackened Sky” em 2002, “The Vertigo Of Bliss” em 2003, “Infinity Land” em 2004, “Puzzle” em 2007 e o tão conhecido “Only Revolutions” no ano

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passado. Depois de varias Turners, os Biffy Clyro chegam a Portugal no dia 10 de Julho para um grande concerto que promete abanar a cabeça dos milhares de espectadores e fãs da banda. Não percam este concerto que vai dar que falar e que de certeza vai deixar muita gente impressionada, conheçam ou não conheçam a banda. Quem gostar vai continuar a gostar e quem não gostar vai ficar a gostar de certeza.

Heaven & Hell no Optimus Alive

A última entrada no Cartaz do Optimus Alive tem o nome de Heaven & Hell, que entrarão no Palco Optimus do Passeio Marítimo de Algés no dia 8 de Julho.

A banda constituida por Ronnie James Dio na voz, Tommy Iommy na guitarra, Geezer Butler no baixo e Vinny Appice na bateria, nasceram em 2006, mas ja muito antes a banda é registada, na altura em que faziam uma digressão como Black Sabbath de 1980 a 1982 e mais tarde em 1991/92. Em 2006 o quarteto britanico volta-se a reunir para gravar 3 conções para uma complilação intitulada «The Dio Years», que é seguida por uma tourneé nos anos de 2007 e 2008, sendo facilitada por Ozzy Osbourne, visto que o proprio Ozzy sai nos mesmos anos para um tourneé a solo deixando o caminho livre para a banda.

O nome da banda surge da ideia do Tommy Iommy, fundador da banda e proprietário do nome Black Sabbath, de utilizar o primeiro album dos Black Sabbath, na altura gravado por Ronni Jammes Dio, com o nome «Heaven & Hell» e foi utilizado devido ao Black Sabbath ainda existirem e terem sido colocados no “Rock & Roll Hall Of Fame”.

A banda conta ainda com a presenca de Scott Warren nos teclados como presenca “offstage” na tourneé de 2007/08, altura em que é gravado o album ao vivo «Live From Radio City Music Hall» em cd e dvd chegando a disco de ouro nos E.U.A..

O ano passado a banda Heaven & Hell presenciou-nos com o seu primeiro album de originais, intitulado de «The Devil You Know», produzido por duas discograficas, sendo a primeira a SPV, discográfica europeia,

e a segunda a Rhino, discográfica americana.

Esta banda criada pelos membros e ex-membros dos Black Sabbath irá apresentar o seu album de originais mas os fãs irão pedir para eles toquem algumas das musicas dos .

30 Seconds To Mars no Optimus Alive 2010

Actualização dia 29: Banda não confirmada, esperamos confirmação oficial por parte da Organização do Evento. Por enquanto não existe confirmação no cartaz do Optimus Alive.

A banda californiana 30 Seconds to Mars irá actuar no dia 9 de Julho

no Palco Optimus no festival Optimus Alive 2010.

Apresentarão o seu novo trabalho chamado “This Is War”, começaram bem cedo, em 1998 formada pelos irmãos Jared e Shannon Leto, em Los Angeles, que lançaram dois singles intitulados “Capricorn” e “Edge Of The Earth”, mas sendo realmente conhecidos pelo seu primeiro álbum lançado em 2002, com o nome homónimo da banda e que vendeu mais de 700 mil cópias em todo o mundo.

Pouco tempo depois do lançamento do seu primeiro álbum, a banda cresceu com Matt Wachter e Solon Bixler, este ultimo que passado pouco tempo saiu da banda para entrar, dando lugar a Tomo Milicevic e que se mantém na banda até agora.

O nome 30 Seconds To Mars, tem inspiração no mundo contemporâneo e é retirado duma tese que indicava que estávamos a 30 segundos de Marte. É uma ideia que indica uma espécie de fuga para ou literalmentetro mundo que não o planeta terra e criada na altura em que o homem sonhava com a saída do planeta terra.

Em 2005 sai o álbum “A Beautiful Lie”, álbum que vendeu mais de 15 milhões de cópias em todo o mundo com musicas emblemáticas tais como «The Kill», «A Beautifull Lie» e «Attack» entre outras, foi produzido durante a tournée do álbum anterior da banda com as letras a serem compostas pelo vocalista e actor Jared Leto e produzidas pelo mesmo sendo que algumas tiveram também o trabalho do resto da banda.

O album “A Beautiful Lie” conta tambem com um cover da cantora islandesa Björk intitulado «Hunter», musica que os 30 Seconds To Mars consideraram ideal para colocarem neste album.

No dia 15 de Fevereiro do ano passado tivemos a estreia da banda californiana em solo lusitano em que os bilhetes voaram literalmente tendo ficado esgotado rapidamente e que segundo palavras do próprio vocalista, «O concerto no Coliseu foi o melhor da digressão Europeia». Resta dizer que a abertura deste concerto foi efectuada pela banda Qwentin.

Mas não demorou muito tempo até a banda carismática 30 Senconds To Mars voltar a Portugal desta vez no Pavilhão Atlântico, no dia 3 de Maio do mesmo ano, que apesar duns problemas de som que iniciaram o concerto, o espectáculo decorreu normalmente e no estilo que a banda habituou os seus fãs, tenho desta vez a cargo de abertura do concerto a banda F.E.V.E.R.

Mesmo depois da polémica que

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aconteceu nos E.U.A. devido à banda 30 Seconds To Mars ter sido processada pela sua companhia discográfica em 30 milhões de dólares, por uma suposta quebra no contracto, a banda voltou em força com o lançamento do novo álbum intitulado “This Is War” lançado em finais de 2009 e que contém títulos como «Kings And Queens», «Closer To The Edge», «Search And Destroy», «Hurricane» entre muitos outros.

Dia 9 de Julho os 30 Seconds To Mars entram em palco juntamente com os Skunk Anansie e mais bandas a anunciar. Como já disse a banda irá apresentar o seu novo album mas de certeza que iram sucumbir a vontade dos milhares de fãs portugueses que a banda tem e irão cantar velhos títulos tais como «Welcome To The universe», «The Kill», «A Beautifull Lie», «Attack» entre muitos outros.

Steve Aoki e Bloody Beetroots no Optimus Alive 2010

A organização revelou mais dois nomes para o Optimus Alive 2010, desta vez são as actuações de Steve Aoki e Bloody Beetroots. Ambos vão actuar no Palco Super Bock. Steve Aoki é DJ e Produtor de musica. Já fez produções de imensos artistas conhecidos no mundo da musica, artistas como Lenny Kravitz, Snoop Dogg, Timbaland e muitos mais. Este mês ira ser lançado uma nova faixa produzida com Zuper Blahq, no dia 9 de Julho já irá ser ouvida no Palco. Os Bloody Beetrots são uma dupla italiana de DJs, que surgiram no

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mundo musical através da editora Dim Mak Records da qual Steve Aoki é fundador. Actualmente fazem parte da mesma editora que os MSTRKRFT. O primeiro album de estudio lançado pelos Beetrots foi em Agosto de 2009. O Optimus Alive vai realizar-se entre os dias 8 e 10 de Julho no Passeio Martimo de Algés em Oeiras.

Faith no More e os Alice in Chains no Optimus Alive

Faith no More no Optimus Alive 2010O publico do Optimus Alive pediu e a organização respondeu positivamente aos seus pedidos, é assim que é anunciada a vinda de Faith no More e os Alice in Chains ao Optimus Alive 2010. As novidades do Maior Evento de Música e Arte não param de chegar, e estas duas confirmações são exemplo do que pode ainda vir. Estas duas duas bandas míticas do rock irão estar presentes no Alive. A presença dos Faith no More irá certamente

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trazer bastante publico ao Optimus Alive, visto ser apenas o seu segundo concerto em Portugal, desde o regresso da banda ao activo em 2009. O seu ultimo álbum editado continua a ser o «Album of the Year» lançado em 1997. Os Alice in Chains pararam após o incidente que ocorreu a morte do vocalista Layne Staley. Voltaram em 2005, com o lançamento do «Black Gives Way to Blue» em Setembro de 2009. A ultima presença da banda em Portugal foi em 2006 no Super Bock Super Rock. Ambas as bandas irão actuar no dia 8 de Julho no Palco Optimus. 8 de Julho Kasabian (Palco Optimus) Phoenix (Palco Optimus) Alice in Chains (Palco Optimus) Faith No More (Palco Optimus) The XX (Palco Super Bock) La Roux (Palco Super Bock) 9 de Julho Gossip (Palco Super Bock) 10 de Julho Pearl Jam (Palco Optimus) LCD Soundsystem (Palco Optimus) Gogol Bordello (Palco Optimus) Simian Mobile Disco (Palco Super Bock)